Fonte EQ
Audiência Geral 6/12/79 «Deus disse: façamos o homem à Nossa imagem, à Nossa semelhança» (Gn 1,26). Como se o Criador entrasse em Si mesmo; como se, criando, não chamasse apenas do nada à existência dizendo: «Faça-se!», mas, de uma maneira particular, tirasse o homem do mistério do Seu próprio ser. E é compreensível que assim fosse, porque não se tratava somente do ser, mas da imagem. A imagem deve reflectir; deve reproduzir, em certo sentido, a substância do seu protótipo. [...] É evidente que esta semelhança não deve ser entendida como um «retrato», mas como o facto de este ser vivo ter uma vida semelhante à de Deus. [...] |
O Complexo do Alemão e o complexo da imprensa. Ou: Afinal, para que servem
os jornalistas?
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Demorei um pouco, mas voltei. Fiz uma longa entrevista ao telefone. Gosto
de falar com quem sabe mais do que eu. Acho que volto com um texto que
deixa clar...
Há 50 minutos






