quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

PNDH - Plano Nacional dos Direitos Humanos?

Repasso, na íntegra, a mensagem do Pe Mateus.

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3º Plano Nacional dos Direitos Humanos PNDH
Caros jovens e amigos:

"Que a Paz de Cristo e a Ternura de Maria estejam convosco e com os seus!"

Diante dos absurdos presentes no 3º Plano Nacional dos Direitos Humanos PNDH, O Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Junior proferiu uma marcante homilia em defesa dos cristãos do Brasil, e pedindo que a Igreja se movimente, mas não se cale diante desta ditadura Petista que está sendo efetuada no Brasil.
Os links seguem abaixo. Solicito a todos que divulguem ao máximo, para o bem do nosso país.

http://www.youtube.com/watch?v=hA6h1dFgbc8
http://www.youtube.com/watch?v=lpjYttjds6g
http://www.youtube.com/watch?v=JYNP8JrDepo

Rezemos e fiquemos atentos, contra este grupeto petista, que quer implantar o aborto, e os valores anti cristãos, querendo comparar também o casamento heterosexual a uma união de pessoas do mesmo sexo, como também não podemos nos calacar diante da retirada dos crucifixos. Devemos lutar contra este governo que quer implantar a ditadura gayzista e comunista em nosso pais, perseguindo os cristão que não aceitam o pecado, da morte e da depravação.

"Que o Senhor que é rico em Misericórdia vos abençoe: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!"

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria! Vos quero bem!

Pe. Mateus Maria, FMDJ

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Direito de dizer a Verdade

Existem líderes e líderes e cada país tem aquele que merece. Mais ainda, poucos tem a coragem de falar a Verdade aberta e claramente. Defender o que é correto e justo não é aceito ou políticamente correto hoje em dia. Nós, Cristãos, devemos viver pela Verdade única e absoluta, como nos lembra São João:

"Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus."(Jo 3,21)
É assim que fizeram líderes Australianos ao combater o radicalismo Islâmico e Ateu em seu país. Um texto que roda na Internet, falsamente atribuído à Kevin Rudd, Primeiro ministro Australiano, pode não ser autêntico, mas junta pedaços de discursos verdadeiros. Seja como for, Verdade do início ao fim.
"Aos muçulmanos que querem viver sob a Lei Islâmica, lhes digo que se vão da Austrália, cujo governo empreendeu uma campanha contra o radicalismo religioso, num esforço de evitar ataque terroristas potenciais."

O discurso do primeiro ministro despertou a fúria de alguns muçulmanos australianos quando declarou que está dando todo o apoio às agências de contrainteligência australianas para que vigiassem as mesquitas existentes naquela Nação.

Ele acrescentou que são os emigrantes, e não os australianos, os que devem adaptar-se. Ou fazem isso, ou deixem o País.

"Estou farto de que esta Nação tenha que preocupar-se estamos ofendendo a outras culturas ou a outros indivíduos. Desde os ataques terroristas em Bali, estamos experimentando um aumento do patriotismo da maioria do povo australiano.

Nossa cultura vem se desenvolvendo ao longo dos séculos, através de lutas, atribulações e vitórias por parte de milhões de homens e mulheres que buscaram a liberdade quando aqui chegaram.

Falamos principalmente a língua inglêsa, não o espanhol, nem o árabe, nem o chinês, nem o japonês, o russo ou qualquer outro idioma. De modo que se vocês querem formar parte de nossa sociedade, tratem de aprender nosso idioma.

A maioria dos australianos acredita em DEUS. Este não é um posicionamento católico, político ou de extrema direita. Este é nosso direito, porque homens e mulheres cristãs, de princípios cristãos, fundaram esta Nação. E esse fato é histórico. E é certamente apropriado que esse fato possa se refletir nas paredes de nossas escolas. Se a imagem de DEUS ofende a vocês, sugiro que considerem viver em outra parte do mundo, porque DEUS é parte de nossa cultura.
Aceitamos suas crenças sem perguntar o por que. Tudo o que pedimos é que vocês aceitem as nossas, e vivam em harmonia e desfrutem da vida em paz conosco.

Este é NOSSO PAÍS, NOSSA PÁTRIA, E ESSES SÃO NOSSOS COSTUMES E ESTILO DE VIDA E PERMITIREMOS QUE DELE DESFRUTEM, mas quando desejarem se queixar e protestar contra nossa Bandeira, nossa língua, nosso compromisso nacionalista, nossas crenças cristãs e nosso modo de vida, nós vos estimulamos a que aproveitem outra de nossas liberdades australianas: O DIREITO DE IREM EMBORA.

Se vocês não estão contentes neste País, então VÃO EMBORA. Não os obrigamos a vir para cá. Vocês pediram para emigrar para cá. Assim, já é hora de aceitarem este País que lhes acolheu."

Mas que faz bem ler/ouvir faz não? Principalmente num país laico e petralha como o nosso.

A Paz!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Urbi Et Orbi - Transeamus

Ainda que tardiamente, posto aqui uma das mais belas mensagens que já li de Bento XVI, que não pára de me surpreender.

"HOMILIA DO SANTO PADRE BENTO XVI NA SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR


Amados irmãos e irmãs,

«Um Menino nasceu para nós, um filho nos foi concedido» (Is 9, 5). Aquilo que Isaías, olhando de longe para o futuro, diz a Israel como consolação nas suas angústias e obscuridade, o Anjo, de quem emana uma nuvem de luz, anuncia-o aos pastores como presente: «Nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que é o Messias Senhor» (Lc 2, 11). O Senhor está presente. Desde então, Deus é verdadeiramente um «Deus connosco». Já não é o Deus distante, que, através da criação e por meio da consciência, se pode de algum modo intuir de longe. Ele entrou no mundo. É o Vizinho. Disse-o Cristo ressuscitado aos Seus, a nós: «Eu estou sempre convosco, até ao fim dos tempos» (Mt 28, 20). Nasceu para vós o Salvador: aquilo que o Anjo anunciou aos pastores, Deus no-lo recorda agora por meio do Evangelho e dos seus mensageiros. Trata-se de uma notícia que não nos pode deixar indiferentes. Se é verdadeira, mudou tudo. Se é verdadeira, diz respeito a mim também. Então, como os pastores, devo dizer também eu: Levantemo-nos, quero ir a Belém e ver a Palavra que aconteceu lá. Não é sem intuito que o Evangelho nos narra a história dos pastores. Estes mostram-nos o modo justo como responder àquela mensagem que nos é dirigida também a nós. Que nos dizem então estas primeiras testemunhas da encarnação de Deus?

A respeito dos pastores, diz-se em primeiro lugar que eram pessoas vigilantes e que a mensagem pôde chegar até eles precisamente porque estavam acordados. Nós temos de despertar, para que a mensagem chegue até nós. Devemos tornar-nos pessoas verdadeiramente vigilantes. Que significa isto? A diferença entre um que sonha e outro que está acordado consiste, antes de mais nada, no facto de aquele que sonha se encontrar num mundo particular. Ele está, com o seu eu, fechado neste mundo do sonho que é apenas dele e não o relaciona com os outros. Acordar significa sair desse mundo particular do eu e entrar na realidade comum, na única verdade que a todos une. O conflito no mondo, a recíproca inconciliabilidade derivam do facto de estarmos fechados nos nossos próprios interesses e opiniões pessoais, no nosso próprio e minúsculo mundo privado. O egoísmo, tanto do grupo como do indivíduo, mantém-nos prisioneiros dos nossos interesses e desejos, que contrastam com a verdade e dividem-nos uns dos outros. Acordai: diz-nos o Evangelho. Vinde para fora, a fim de entrar na grande verdade comum, na comunhão do único Deus. Acordar significa, portanto, desenvolver a sensibilidade para com Deus, para com os sinais silenciosos pelos quais Ele quer guiar-nos, para com os múltiplos indícios da sua presença. Há pessoas que se dizem «religiosamente desprovidas de ouvido musical». A capacidade de perceber Deus parece quase uma qualidade que é recusada a alguns. E, realmente, a nossa maneira de pensar e agir, a mentalidade do mundo actual, a gama das nossas diversas experiências parecem talhadas para reduzir a nossa sensibilidade a Deus, para nos tornar «desprovidos de ouvido musical» a respeito d'Ele. E todavia em cada alma está presente de maneira velada ou patente a expectativa de Deus, a capacidade de O encontrar. A fim de obter esta vigilância, este despertar para o essencial, queremos rezar, por nós mesmos e pelos outros, por quantos parecem ser «desprovidos deste ouvido musical» e contudo neles está vivo o desejo de que Deus Se manifeste. O grande teólogo Orígenes disse: Se eu tivesse a graça de ver como viu Paulo, poderia agora (durante a Liturgia) contemplar um falange imensa de Anjos (cf. In Lc 23, 9). De facto, na Liturgia sagrada, rodeiam-nos os Anjos de Deus e os Santos. O próprio Senhor está presente no meio de nós. Senhor, abri os olhos dos nossos corações, para nos tornarmos vigilantes e videntes e assim podermos estender a vossa proximidade também aos outros!


Voltemos ao Evangelho de Natal. Aí se narra que os pastores, depois de ter ouvido a mensagem do Anjo, disseram uns para os outros: «"Vamos até Belém" (…). Partiram então a toda a pressa» (Lc 2, 15s). «Apressaram-se»: diz, literalmente, o texto grego. O que lhes fora anunciado era tão importante que deviam ir imediatamente. Com efeito, o que lhes fora dito ultrapassava totalmente aquilo a que estavam habituados. Mudava o mundo. Nasceu o Salvador. O esperado Filho de David veio ao mundo na sua cidade. Que podia haver de mais importante? Impelia-os certamente a curiosidade, mas sobretudo o alvoroço pela realidade imensa que fora comunicada precisamente a eles, os pequenos e homens aparentemente irrelevantes. Apressaram-se… sem demora. Na nossa vida ordinária, as coisas não acontecem assim. A maioria dos homens não considera prioritárias as coisas de Deus. Estas não nos premem de forma imediata. E assim nós, na grande maioria, estamos prontos a adiá-las. Antes de tudo faz-se aquilo que se apresenta como urgente aqui e agora. No elenco das prioridades, Deus encontra-Se frequentemente quase no último lugar. Isto – pensa-se – poder-se-á realizar sempre. O Evangelho diz-nos: Deus tem a máxima prioridade. Se alguma coisa na nossa vida merece a nossa pressa sem demora, isso só pode ser a causa de Deus. Diz uma máxima da Regra de São Bento: «Nada antepor à obra de Deus (isto é, ao ofício divino)». Para os monges, a Liturgia é a primeira prioridade; tudo o mais vem depois. Mas, no seu núcleo, esta frase vale para todo o homem. Deus é importante, a realidade absolutamente mais importante da nossa vida. É precisamente esta prioridade que nos ensinam os pastores. Deles queremos aprender a não deixar-nos esmagar por todas as coisas urgentes da vida de cada dia. Deles queremos aprender a liberdade interior de colocar em segundo plano outras ocupações – por mais importantes que sejam – a fim de nos encaminharmos para Deus, a fim de O deixarmos entrar na nossa vida e no nosso tempo. O tempo empregue para Deus e, a partir d'Ele, para o próximo nunca é tempo perdido. É o tempo em que vivemos de verdade, em que vivemos o ser próprio de pessoas humanas.

Alguns comentadores observam como os primeiros que vieram ao pé de Jesus na manjedoura e puderam encontrar o Redentor do mundo foram os pastores, as almas simples. Os sábios vindos do Oriente, os representantes daqueles que possuem nível e nome chegaram muito mais tarde. E os comentadores acrescentam: O motivo é totalmente óbvio. De facto, os pastores habitavam perto. Não tinham de fazer mais nada senão «atravessar» (cf. Lc 2, 15), como se atravessa um breve espaço para ir ter com os vizinhos. Ao contrário, os sábios habitavam longe. Tinham de percorrer um caminho longo e difícil para chegar a Belém. E precisavam de guia e de orientação. Pois bem, hoje também existem almas simples e humildes que habitam muito perto do Senhor. São, por assim dizer, os seus vizinhos e podem facilmente ir ter com Ele. Mas a maior parte de nós, homens modernos, vive longe de Jesus Cristo, d'Aquele que Se fez homem, de Deus que veio para o nosso meio. Vivemos em filosofias, em negócios e ocupações que nos enchem totalmente e a partir dos quais o caminho para a manjedoura é muito longo. De variados modos e repetidamente, Deus tem de nos impelir e dar uma mão para podermos sair da enrodilhada dos nossos pensamentos e ocupações e encontrar o caminho para Ele. Mas há um caminho para todos. Para todos, o Senhor estabelece sinais adequados a cada um. Chama-nos a todos, para que nos seja possível também dizer: Levantemo-nos, «atravessemos», vamos a Belém, até junto d'Aquele Deus que veio ao nosso encontro. Sim, Deus encaminhou-Se para nós. Sozinhos, não poderíamos chegar até Ele. O caminho supera as nossas forças. Mas Deus desceu. Vem ao nosso encontro. Percorreu a parte mais longa do caminho. Agora pede-nos: Vinde e vede quanto vos amo. Vinde e vede que Eu estou aqui. Transeamus usque Bethleem: diz a Bíblia latina. Atravessemos para o outro lado! Ultrapassemo-nos a nós mesmos! Façamo-nos viandantes rumo a Deus dos mais variados modos: sentindo-nos interiormente a caminho para Ele; mas também em caminhos muito concretos, como na Liturgia da Igreja, no serviço do próximo onde Cristo me espera.

Ouçamos uma vez mais directamente o Evangelho. Os pastores dizem uns aos outros o motivo por que se põem a caminho: «Vamos ver o que dizem ter sucedido». Literalmente o texto grego diz: «Vejamos esta Palavra, que lá aconteceu». Sim, aqui está a novidade desta noite: a Palavra pode ser vista, porque Se fez carne. Aquele Deus de quem não se deve fazer qualquer imagem, porque toda a imagem poderia apenas reduzi-Lo, antes desvirtuá-Lo, aquele Deus tornou-Se, Ele mesmo, visível n'Aquele que é a sua verdadeira imagem, como diz Paulo (cf. 2 Cor 4, 4; Col 1, 15). Na figura de Jesus Cristo, em todo o seu viver e operar, no seu morrer e ressuscitar, podemos ver a Palavra de Deus e, consequentemente, o próprio mistério do Deus vivo. Deus é assim. O Anjo dissera aos pastores: «Isto vos servirá de sinal: achareis um Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura» (Lc 2, 12; cf. 16). O sinal de Deus, o sinal que é dado aos pastores e a nós não é um milagre impressionante. O sinal de Deus é a sua humildade. O sinal de Deus é que Ele Se faz pequeno; torna-Se menino; deixa-Se tocar e pede o nosso amor. Quanto desejaríamos nós, homens, um sinal diverso, imponente, irrefutável do poder de Deus e da sua grandeza! Mas o seu sinal convida-nos à fé e ao amor e assim nos dá esperança: assim é Deus. Ele possui o poder e é a Bondade. Convida a tornarmo-nos semelhantes a Ele. Sim, tornamo-nos semelhantes a Deus, se nos deixarmos plasmar por este sinal; se aprendermos, nós mesmos, a humildade e deste modo a verdadeira grandeza; se renunciarmos à violência e usarmos apenas as armas da verdade e do amor. Orígenes, na linha de uma palavra de João Baptista, viu expressa a essência do paganismo no símbolo das pedras: paganismo é falta de sensibilidade, significa um coração de pedra, que é incapaz de amar e de perceber o amor de Deus. Orígenes diz a respeito dos pagãos: «Desprovidos de sentimento e de razão, transformam-se em pedras e madeira» (In Lc 22, 9). Mas Cristo quer dar-nos um coração de carne. Quando O vemos a Ele, ao Deus que Se tornou um menino, abre-se-nos o coração. Na Liturgia da Noite Santa, Deus vem até nós como homem, para nos tornarmos verdadeiramente humanos. Escutemos uma vez mais Orígenes: «Com efeito, de que te aproveitaria Cristo ter vindo uma vez na carne, se Ele não chegasse até à tua alma? Oremos para que venha diariamente a nós e possamos dizer: vivo, contundo já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim (Gal 2, 20)» (In Lc 22, 3).

Sim, por isto queremos rezar nesta Noite Santa. Senhor Jesus Cristo, Vós que nascestes em Belém, vinde a nós! Entrai em mim, na minha alma. Transformai-me. Renovai-me. Fazei que eu e todos nós, de pedra e madeira que somos, nos tornemos pessoas vivas, nas quais se torna presente o vosso amor e o mundo é transformado."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

São João Paulo II?


Diversos blogs e veículos de comunicação da Internet publicam hoje a possibilidade da declaração pelo Papa Bento XVI, já neste Sábado, de "Venerável" ao saudoso Papa João Paulo II. A fonte é uma revista Italiana - Panorama. Se confirmado, bastará a comprovação de um milagre ao Pontífice anterior para que ele seja beatificado.

De acordo com a revista, o consistório do próximo dia 19 incluirá, entre outros decretos, um atestado de "virtude heróica" à João Paulo II, pela Congregação para as Causas dos Santos.

Muitos milagres já vem sendo investigados como sendo atribuídos ao Papa Polonês, e oficiais do Vaticano estão confiantes que ao menos um será aprovado.

Vamos rezar para que seja verdade.

João Paulo o Grande, orai por nós.

Em Cristo,

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Filme: Crepúsculo, Lua Nova

Venho aqui questionar a reportagem da ACI Digital e de comentários feitos em meios Católicos sobre o filme Luz Nova e seu predecessor Crepúsculo.

Gostaria de esclarecer algo importante: o L´Osservatore Romano não é a voz oficial do Vaticano em fé ou moral e, logo, falível. Basta uma breve olhada nos artigos do órgão, como esse reportado mais uma vez pela ACI cujo título "Jornal vaticano recorda Obama de que os EUA é um país cada vez mais pró-vida" é claramente falso. Não estou aqui questionando o papel do LOR, mas sim de seus escritores falíveis.

Acho ainda, que a reportagem em si contradiz o título, pois não coloca em cheque totalmente o filme. Na verdade até o elogia em alguns parágrafos.

Coloco ainda a opinião da USCCB, o equivalente da CNBB nos EUA, que não coloca impecílios maiores no filme, a não ser indicá-lo apenas à adultos e adolescentes. E também da ACBC - equivalente da mesma organização dos Bispos Australianos.

Nenhum deles vê o filme (ou os livros relacionados) detalhadamente e não devem ser considerados como voz final na nossa decisão. Todos devem ser colocados na luz da razão e doutrina Católica.

O fato é que nenhum deles menciona, por exemplo, que a atriz principal está longe de ser um modelo para as jovens adolescentes cujo filme se destina - e com muito sucesso. E que nunca deve ser considerado como tal - um modelo de adolescente para nossos filhos.

Outro ponto a considerar é que como Católicos, não devemos ter a mesma visão fundamentalista de nossos irmãos Protestantes/Evangélicos. Nela, se há algo mal em alguma coisa, deve ser evitado. Por exemplo, Vampiros são maus e por isso não devemos assistir filmes de Vampiros. Ora, isso não é ser Católico! O Católico sabe distinguir entre a fantasia e o real, entre o que é bom e o que e mau, e não está tolido de ler livros ou ver filmes de ficção. Se assim fosse, J.R.R Tolkien, um dos maiores autores Católicos, estaria banindo sua obra (o Senhor dos Anéis) dos fiéis.

O importante é que o bem e o mal estejam bem divididos na obra e não confundidos entre si. E saber que, ainda que o mal iluda e vença algumas vezes, a batalha já está ganha pelo bem.

Isso é claro parte do princípio que os Católicos sejam bem informados de sua fé - o que sabemos bem que infelizmente não é verdade.. Logo o uso da razão para distinguir e orientar.

Finalmente dou minha opinião pessoal pois assisti ambos filmes: não há nada que impeça uma mente bem treinada de assistir esse filme. Definitivamente não é indicado à crianças ou adolescentes mais jovens em geral (exceções podem existir). Para pais de adolescentes que sigam a fé, basta uma conversa franca para retirar qualquer dúvidas. Aliás, eu achei até interessante a forma como os "bons vampiros" lidam e se importam com a alma da protagonista, e claramente afirmam a existência do inferno e da condenação de suas almas para a eternidade - ensinamentos Católicos.

O filme não é Católico e nem se destina a ser. Mas uma coisa podemos todos concordar: ele ao menos não fala mal da Igreja - o que virou cliché hoje em dia.

Abraços fraternais,

Em Cristo.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

"Potuit, decuit, ergo fecit"

O Maria, sine labe concepta, ora pro nobis qui ad te confugimus.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Nossa Senhora das Graças - 27 de Novembro

Nossa Senhora das Graças

A aparição de Nossa Senhora das Graças ocorreu no dia 27 de Novembro de 1830 a Santa Catarina Labouré, irmã de caridade (religiosa de S. Vicente Paulo). A santa encontrava-se em oração na capela do convento, em Paris (rua du Bac), quando a Virgem Santíssima lhe apareceu. Tratava-se de uma "Senhora de mediana estatura, o seu rosto tão belo e formoso... Estava de pé, com um vestido de seda, cor de branco-aurora. Cobria-lhe a cabeça um véu azul, que descia até os pés... As mãos estenderam-se para a terra, enchendo-se de anéis cobertos de pedras preciosas ..."
A Santíssima Virgem disse: "Eis o símbolo das graças que derramo sobre todas as pessoas que mas pedem ...".
Formou-se então em volta de Nossa Senhora um quadro oval, em que se liam em letras de ouro estas palavras: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós". Nisto voltou-se o quadro e eu vi no reverso a letra M encimada por uma cruz, com um traço na base. Por baixo, os Sagrados Corações de Jesus e Maria - o de Jesus cercado por uma coroa de espinhos e a arder em chamas, e o de Maria também em chamas e atravessado por uma espada, cercado de doze estrelas. Ao mesmo tempo ouvi distintamente a voz da Senhora a dizer-me: "Manda, manda cunhar uma medalha por este modelo. As pessoas que a trouxeram por devoção hão de receber grandes graças".
O Arcebispo de Paris Dom Jacinto Luís de Quélen (1778-1839) aprovou, dois anos depois, em 1832, a medalha pedida por Nossa Senhora; em 1836 exortou todos os fiéis a usarem a medalha e a repetir a oração gravada em torno da Santíssima Virgem: "Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós".
Esta piedosa medalha - segundo as palavras do Papa Pio XII - "foi, desde o primeiro momento, instrumento de tão numerosos favores, tanto espirituais como temporais, de tantas curas, protecções e sobretudo conversões, que a voz unânime do povo lhe chamou desde logo Medalha Milagrosa".

Fonte - Evangelho Quotidiano

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Bento XVII - O Papa da Unidade Cristã


Esse post foi inspirado no blog do Padre John Zuhlsdorf - WDTPRS e em muitos outros lá citados.

"Liberais querem que vocês os permitam definir o que é o Ecumenismo.. tentando te convencer do que Bento está fazendo não é Ecumenismo.. dizem que Católicos tradicionais conservadores não estão interessados no Ecumenismo.. não acreditem neles!"

"O Papa Bento XVI está mostrando a todos a verdadeira abordagem à unidade Cristã"

Em um artigo, o líder da Comunhão Anglicana Tradicional, Arcebispo Hepworth, disse:

"Se (o papa) lidar com outros grupos tão criativa, pastoral e cordialmente quanto ele tem lidado conosco, ele é o Papa da Unidade Cristã" (êmfase minha).

O fato é que Bento XVI tem lutado, desde o início do seu pontificado, para a união de muitos grupos dissedentes e com muito sucesso.

Usem a frase - Bento XVI, O Papa da Unidade Cristã. Quem sabe ela pega.

Em Cristo,

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

A Moral da Novela

Um estudo conduzido por especialistas americanos e reportado pela CNN mostra um quadro assustador mas não totalmente surpreendente para nós Brasileiros.

O estudo mostra que novelas, principalmente da Rede Globo, estão ligadas à queda da natalidade e de mudanças sociais e morais, como o aumento da taxa de divórcio e "um aumento de conscientização de problemas e tabus sociais" (em português, homossexualismo, práticas religiosas duvidosas, etc..).

Na reportagem lemos a triste verdade que o "Brasil não é um país educado", onde os livros e meios de comunicação e informação estão distantes dos 90% da população de classe mais baixa. Isso faz da TV uma grande muleta que supre, ainda que negativamente, essa lacuna. Dessa forma, grandes forças como a TV Globo, estipulam um comércio social e vendem, assim como refrigerantes e carros, o molde para uma sociedade deficitária de informação decente.

Lemos ainda que, apesar da formação Cristã, a taxa de natalidade caiu de 6.3 em 1963 para apenas 2.3 em 2000 - queda comparada à China que criou métodos de controle de população.

É uma triste realidade do nosso país que se acha Católico mas é mais pagão que nunca. Um país que não preza pelos seus valores morais, como a defesa pela vida, a família - valores defendidos desde o início pela Santa Igreja - não pode estar seguindo para um futuro tão promissor assim.

O Brasil é, infelizmente, uma nação feita por gente que pensa - e age - pequeno.

Que São Frei Galvão nos proteja.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Nossa Senhora do Rosário - 7 Out


A festa de Nossa Senhora do Rosário foi instituída pelo papa Pio V, em 1571, quando se celebrava o aniversário da batalha naval de Lepanto. Segundo consta, os cristãos saíram vitoriosos porque invocaram o auxílio da Santa Mãe de Deus, rezando o rosário. A origem do terço é muito antiga. Remonta aos anacoretas orientais que usavam pedrinhas para contar suas orações vocais. O Venerável Beda sugerira aos irmãos leigos, pouco familiarizados com o Saltério latino, que se utilizassem de grãos enfiados em um barbante na recitação dos pai-nossos e ave-marias. Segundo a lenda, em 1328 Nossa Senhora apareceu a São Domingos, recomendando-lhe a reza do rosário para a salvação do mundo. Rosário significa coroa de rosas oferecidas à Nossa Senhora. Os promotores e divulgadores da devoção do rosário no mundo inteiro foram os dominicanos. Somos hoje, portanto, convidados a meditar sobre os mistérios de Cristo Jesus, associando-nos como Maria Santíssima à encarnação, paixão e gloriosa ressurreição do Filho de Deus.

Diz o Papa João Paulo II na sua Carta Apostólica "Rosarium Virginis Mariae": "O Rosário, de facto, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica,da qual é quase um compêndio. Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor."


Ave Maria, cheia de graça o Senhor é convosco. Bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores. Agora e na hora da nossa morte. Amén.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)