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quinta-feira, 12 de abril de 2012

LUTO: O dia que o Brasil aprovou o infanticídio

Aproveito o trabalho sempre muito bem feito do Cadu do Dominus Vobiscum, para documentar:
 
 
Que Maria Santíssima proteja seus filhos brasileiros, os que merecem e os que não, os nascidos ou não, e que Deus nos livre das portas do Inferno abertas em nosso país.

"E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela". (Mt 16,18)

Aproveito para divulgar o livro do Cadu:


Em Cristo, Salve Maria!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Nojento, doentio e assustador - Aborto e a IURD



Que a Igreja Universal do Reino de Deus é uma palhaçada que só serve para juntar dinheiro aos chamados bispos do Edir, muitos já sabem. Que ela prega erros e inconsistências com a doutrina Cristã, também.

Mas como pode alguém continuar num antro desses, tendo como líder máximo e supremo alguém tão nojento, doentio e assustador?

É inacreditável que alguém possa fazer parte de uma chamada igreja após ouvir o que esse senhor tem a dizer.

O Reinaldo Azevedo, de onde fiquei sabendo do vídeo, faz o seguinte comentário:

"Para ler, ver e ouvir com um crucifixo da mão!
...
O PT é a Igreja Universal da política, e a Igreja Universal é o PT da religião"

Nossa Senhora de Guadalupe nos proteja!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Posso votar no PT?


Uma questão moral

1. Existe algum partido da Igreja Católica?
A Igreja, justamente por ser católica, isto é, universal, não pode estar confinada a um partido político. Ela “não se confunde de modo algum com a comunidade política”[1] e admite que os cidadãos tenham “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal”[2].


2. Então os fiéis católicos podem-se filiar a qualquer partido?
Não. Há partidos que abusam da pluralidade de opinião para defender atentados contra a lei moral, como o aborto e o casamento de pessoas do mesmo sexo. “Faz parte da missão da Igreja emitir juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política, quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”[3].

3. O Partido dos Trabalhadores (PT) defende algum atentado contra a lei moral?
Sim. No 3º Congresso do PT, ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”[4].

4. Todo político filiado ao PT é obrigado a acatar essa resolução?
Sim. Para ser candidato pelo PT é obrigatória a assinatura do Compromisso do Candidato Petista, que “indicará que o candidato está previamente de acordo com as normas e resoluções do Partido, em relação tanto à campanha como ao exercício do mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §1º[5]).

5. Que ocorre se o político contrariar uma resolução do Partido como essa, que apoia o aborto?
Em tal caso, ele “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §2º). Em 17 de setembro de 2009, dois deputados foram punidos pelo Diretório Nacional. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’ contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[6].

6. O PT agiu mal ao punir esses dois deputados?
Agiu mal, mas agiu coerentemente. Sendo um partido abortista, o PT é coerente ao não tolerar defensores da vida em seu meio. A mesma coerência devem ter os cristãos não votando no PT.

7. Mas eu conheço abortistas que pertencem a outros partidos, como o PSDB, o PMDB, o DEM...
Os políticos que pertencem a esses partidos podem ser abortistas por opção própria, mas não por obrigação partidária. Ao contrário, todo político filiado ao PT está comprometido com o aborto.

8. Talvez haja algum político que se tenha filiado ao PT sem prestar atenção ao compromisso pró-aborto que estava assinando...
Nesse caso, é dever do político pró-vida desfiliar-se do PT, após ter verificado o engano cometido.

9. Houve políticos que deixaram o PT e se filiaram ao Partido Verde (PV). Os cristãos podem votar neles?
Infelizmente não. Ao deixarem o PT e se filiarem ao PV, eles trocaram o seis pela meia dúzia. O PV é outro partido que exige de seus filiados a adesão à causa abortista. Seu estatuto diz: “São deveres dos filiados ao PV: obedecer ao Programa e ao Estatuto” (art. 12, a)[7]. E o Programa do PV, ao qual todo filiado deve obedecer, defende a “legalização da interrupção voluntária da gravidez”[8].

10. Que falta comete um cristão que vota em um candidato de um partido abortista, como o PT?
Se o cristão vota no PT consciente de tudo quanto foi dito acima, comete pecado grave, porque coopera conscientemente com um pecado grave. O Catecismo da Igreja Católica (n. 1868) ensina sobre a cooperação com o pecado de outra pessoa: “O pecado é um ato pessoal. Além disso, temos responsabilidade nos pecados cometidos por outros, quando neles cooperamos: participando neles direta e voluntariamente; mandando, aconselhando, louvando ou aprovando esses pecados; não os revelando ou não os impedindo, quando a isso somos obrigados; protegendo os que fazem o mal.” Ora, quem vota no PT, de fato aprova, ou seja, contribui com seu voto para que possa ser praticado o que constitui um pecado grave.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis
http://www.providaanapolis.org.br
"Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto"

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pró-vida





















Queridos amigos,

Recebi essa noite uma excelente notícia. Uma grande amiga da Suécia, escritora Católica, defensora da vida, foi convidada pelo Riksdag - Parlamento da Suécia - para fazer parte da mesa de defesa à vida naquele país. A Suécia - hoje totalmente laica e até ateísta - realiza mais de 40 mil abortos ao ano. Um número enorme principalmente numa população de apenas 9 milhões.

Tenho certeza que a Bitte fará um fantástico trabalho na defesa da vida de sua concepção à morte natural. E peço encarecidamente que orem por ela, pelos políticos e pelas vítimas e famílias de abortados na Suécia e em todo o mundo.

Não deixem de visitar seu Blog em: http://catholicswede.blogspot.com/

Que Nossa Mãe Maria a abençoe nessa jornada, com nossas orações.

Em Cristo,


quarta-feira, 16 de maio de 2007

Entrevista do Padre Luiz Carlos Lodi no MSM

Em uma excelente entrevista concedida ao Mídia Sem Máscara (primeira parte), o Padre Luiz Carlos Lodi, dirigente do Pró-Vida de Anápolis - um dos maiores e mais conhecidos sites em defesa da vida no Brasil, faz comentários memoráveis sobre a situação da tentativa do governo atual ao insistir em criar uma inimizade com Deus e sugerir o debate para a legalização do aborto por aqui. Comentários como essa pérola:

Legalizar ou não o aborto não é a mesma coisa. A diferença é enorme.

Uma coisa é você viver em uma nação cheia de criminosos que infringem a lei. Outra coisa é você viver numa nação criminosa, onde o crime já se tornou lei.

Uma coisa é você não conseguir combater o aborto com as forças policiais. Outra coisa bem diferente é você declarar que a matança dos inocentes não deve ser combatida porque é um direito do cidadão matar seus filhos.

Uma coisa é a justiça estar apenas no papel, mas não na prática. Outra coisa muitíssimo pior é a justiça não estar nem sequer no papel, mas ser trocada por uma lei injusta.

Uma coisa é haver indivíduos, por numerosos que sejam, que não honram as leis justas da pátria. Outra coisa muito mais grave é uma pátria nem ao menos ter leis justas para serem honradas.

Uma coisa é o crime de muitos brasileiros contra a vida. Outra coisa é o crime da própria nação brasileira contra o direito sagrado e inviolável à vida.

Recordando as palavras de Dom Manoel Pestana, Bispo emérito de Anápolis, uma nação que legaliza o aborto não merece subsistir.

A partir do dia em que o aborto se tornar lei, não haverá apenas uma mudança quantitativa nos assassinatos intra-uterinos. Haverá uma mudança qualitativa essencial: o Brasil se terá tornado formalmente uma nação inimiga de Deus.


Excelente matéria. Parte um.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Nosso "querido" presidente

Na véspera da visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI ao Brasil, nosso "estimado" líder nacional, libero-comunista, soltou as seguintes pérolas, conforme publicado pela Folha on-line de ontem:

"Eu tenho duas posições. Eu tenho a posição de pai e de marido, e de cidadão, e tenho um comportamento de presidente da República. São duas coisas totalmente distintas. Primeiro, eu tenho dito, na minha vida política, que sou contra o aborto. Tenho dito publicamente. E tenho dito publicamente que não acredito que ninguém faça aborto por opção ou por prazer. É importante que a gente saiba dimensionar quando uma jovem desesperada, numa gravidez indesejada, corre à procura de um aborto... Se nós tivéssemos, no Brasil, um bom processo de planejamento familiar, de educação sexual, possivelmente nós não tivéssemos a quantidade de gravidez indesejada que temos no Brasil hoje. Entretanto, quando ela existe, o Estado precisa tratar isso como uma questão de saúde pública, porque a história também nos ensina que, muitas vezes, no desespero e por falta de orientação, muitas meninas se matam precocemente. Eu conheço casos de meninas que perfuraram o útero com agulha de fazer tricô... O Estado não pode ficar alheio a uma coisa que existe, que é real, e não dar assistência para essas pessoas."


A primeira frase me lembra uma frase de Cristo no Novo Testamento (Lucas 16, 13) - "Nenhum servo pode servir a dois senhores". Fica bem claro qual "senhor" e mestre o presidente, e seu partido, servem - e não está ao lado da moral e da vida.

Diz o nosso presidente, "que ninguém faça aborto por opção". Fico imaginando, principalmente no Brasil onde o aborto ainda é ilegal, se não for por opção, por que então alguém faz um aborto? Grupos a favor do aborto não se auto intitulam "pelo direito de opção"?

Vejam as palavrinhas chave: problema de saúde pública, não moral; planejamento familiar (contracepção, pílula, camisinha, promiscuidade); educação sexual, tópico favorito desse governo, vide cartilha para escolas públicas (idem ad nauseam).

Acho essa desconexão entre política e moral que atrapalha o desenvolvimento do nosso país. Pequisas dizem que a maioria da população e contra o aborto, mas no entanto votam em um presidente abortista. É triste.

Que o Espírito Santo ilumine nosso "Pastor Alemão" para expulsar os lobos de seu rebanho.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Eles também são contra a vida

Mais um: alem da posição já conhecida da ONU pró-aborto, agora também a Anistia Internacional se prepara para se posicionar oficialmente a respeito, conforme vemos do blog da Amy

É interessante notar que a AI declara que "não deseja tornar pública sua posição no momento". Por que será? Esconder este segredinho sujo para enganar seus contribuintes e defensores??

Quantas e quantas instituições Católicas e Cristãs não estão associadas a entidades internacionais do porte da AI?

É amigos... enquanto isso no Brasil tem muito parlamentar - principalmente do partido do pseudo governo que aí está - lutando contra a discriminalização. Triste.

Oremos, mas também façamos a nossa parte e coloquemos a boca no trombone.