sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Radar Anti-Cristão: A Intolerância e a caça aos crucifixos

Misericórdia... e a intolerância aumenta a cada dia. Agora chegou a vez do Brasil - como na Europa e Estados Unidos - querer banir imagens cristãs em repartições e locais públicos. Como diz com propriedade Reinaldo Azevedo em seu blog, a CCC: "Comando de Caça aos Crucifixos".

"uma coisa é tornar o crucifixo presença obrigatória numa repartição; outra, distinta, é ele existir ali como uma dado ou expressão da cultura e mesmo da religiosidade predominante da NAÇÃO brasileira, ainda que o estado seja laico. O Estado é um dos entes do país, mas não é o país todo. Empreender, agora, o Comando de Caça ao Crucifixo em nome do estado laico corresponde a usar uma causa boa, o laicismo do Estado, para justificar a ação ruim: a perseguição."


Agora à pouco na Globonews, o programa Entre Aspas promoveu um debate sobre o tema onde Vsa. Eminência o Cardeal Dom Odilo Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo fez um ótimo trabalho na defesa da fé Católica.

Se a moda pega vão jajá querer derrubar o Cristo Redentor... Deus me livre!

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate!
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!

Em Cristo,

terça-feira, 28 de julho de 2009

sábado, 25 de julho de 2009

Felipe: Nossas Preces estão contigo


Que Deus abençoe a ti a tua família.

Repassando: Adote um Sacerdote

ADOTE UM SACERDOTE

Caros jovens e amigos:

"Que a Paz de Cristo e a Ternura de Maria estejam convosco e com os seus!"

Peço que asistam o testemunho de Gianna Jessem, uma gorata que sobreviveu a um aborto, é um testemunho vivo do Grande Amor de Deus, os links são:

Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=rztaZbzPOro

E abaixo envio-lhes a carta de Dom Murilo S.R. Krieger, scj (Arcebispo de Florianópolis), com o título "ADOTE UM SACERDOTE", peço que leiam atentamente:

"A vida dos sacerdotes sempre foi exigente. E nem poderia ser diferente, já que são chamados a continuar a missão de Cristo, o Bom Pastor. Em nossos tempos, porém, os desafios se multiplicam e exigem respostas sábias, decisões imediatas e constantes posicionamentos sobre os mais diversos temas. Portanto, quanto mais santo e sábio for o presbítero, mais e melhor servirá a Igreja. Além disso, como a vocação sacerdotal é um dom de Deus não só para aquele que é seu primeiro destinatário, mas para a Igreja inteira, um bem para sua vida e missão, toda a Igreja é chamada a proteger esse dom, a estimá-lo e a amá-lo. Dito isso com palavras do saudoso Papa João Paulo II: “Todos os membros da Igreja, sem exceção, têm a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações” (PDV, 41). Essa responsabilidade sempre foi cultivada na Igreja. Prova disso é, entre outras coisas, o apelo constante para que todos rezem não só pelo aumento das vocações, mas também para a santificação daqueles que já são padres. Sempre houve na Igreja grupos, comunidades e associações com o propósito principal de rezar pelos sacerdotes.

É nessa linha que se entende a sugestão que agora apresento: ADOTE UM PADRE! Dentre os sacerdotes que você conhece ou que atuam na Igreja, escolha um deles, e passe a rezar diariamente por sua santificação. Ofereça sacrifícios para que ele exerça bem seu ministério. De preferência, nunca lhe fale sobre isso, nem faça comentários a esse respeito com outras pessoas. Os detalhes dessa “adoção” sejam conhecidos somente por você e pelo Bom Pastor. Guarde esse segredo cuidadosamente em seu coração, mas seja fiel a ele, dia por dia. Fazendo isso, você estará respondendo a um apelo da Igreja, que constantemente nos recorda: “Todo o Povo de Deus deve incansavelmente rezar e trabalhar pelas vocações sacerdotais” (PDV, 82). Sua resposta ao apelo de adotar um padre determinado terá uma particularidade: você não estará rezando somente pelo clero em geral, mas por um padre com um nome e um rosto, o que, certamente, motivará ainda mais suas orações, jejuns e sacrifícios. E, tenha certeza: COM A SANTIFICAÇÃO DE SEU “ADOTADO”, TODO O CLERO SE SANTIFICARÁ. DEUS, ENTÃO, SERÁ MAIS GLORIFICADO. E O POVO DE DEUS, MAIS E MAIS SE ENRIQUEÇERÁ.'

"Que o Senhor que é rico em Misericórdia vos abençoe: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém!"

Permaneçamos Unidos em Oração com Maria!

Vos quero bem!

Pe. Mateus Maria, FMDJ

Mosteiro Menino Jesus

* paniejezuufamtobie@terra.com.br

Visite o nosso site: www.mosteiroreginapacis.org.br

Visite a nossa página de espiritualidade Mariana http://rainhadapaz.blog.terra.com.br/

Panie Jezu Ufam Tobie!


Achei a idéia ótima e repasso integralmente.


segunda-feira, 13 de julho de 2009

Radar Anti-Cristão: As primeiras vítimas da lei "contra" intolerância religiosa

**** ANTENÇÃO CRISTÃOS !! ****

Pastor e rapaz evangélico negro são presos por "intolerância" às religiões afro-brasileiras. Caso inédito de prisão atiça adeptos do candomblé e umbanda a pedir ações da ONU contra evangélicos do Brasil.

Artigo completo no MSM.

"Nestepaís" é assim: a maior intolerância vêm da lei que devia protegê-la!

Como toda lei de proteção às chamadas minorias, o que está em jogo é a liberdade de professar nossa fé

Eu e a maioria dos cristãos que crêem em libertação espiritual não seguimos o estilo e os métodos do Pr. Tupirani e do jovem negro Henrique Afonso, mas todos nós seguimos e obedecemos aos mandamentos claros de Deus, que condenam explicitamente práticas de bruxaria. De que forma então o combate à intolerância religiosa fomentado pelo Estado poderá implicar em prejuízos para nós evangélicos e católicos?
Tá aí uma boa pergunta. Se a moda pega...

Santa Maria, orai por nós!

Presente Bento

Eita Papa arretado!

Na visita do presidente dos EUA ao Vaticano (lembrando que Obama é democrata a favor do aborto, pesquisas com células tronco embrionárias e casamento homossexual), o americano foi surpreendido por um presente inesperado: um documento sobre bioética e direito à vida.

O texto em questão é o documento da Congregação para a Doutrina de Fé de 2008 titulado Dignitas Personae, que se refere à necessidade do respeito de toda vida desde sua concepção até a morte natural; assim como alguns assuntos de bioética.
Artigo completo no site da ACI Digital.

Deus abençoe nosso Santo Papa!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Sou um milagre! Testemunho de minha esposa.

Esse é o testemunho de minha esposa e sua luta pela vida - dela e de nossa filhinha.
Que Deus à abençoe,

-----------------------------------------------------------------------------------------------------

Meu nome é Ronayna. Tenho 35 anos, casada à 10 anos e mãe de 4 filhos lindos, saudáveis e abençoados.

No dia 8 de agosto de 2008 descobri que estava grávida do meu quarto filho. Eu e meu marido ficamos muito felizes pois dia 10 de agosto seria Dia dos Pais. Na noite de sábado para domingo seguinte senti muitas dores então no domingo, Dia dos Pais, pela manhã pedi à meu marido que me levasse até o pronto-socorro pois a dor não passava. Quando chegamos no pronto-socorro, o obstetra logo requisitou uma ultra-sonografia e, para minha surpresa, o médico dizia que não via nada, que parecia que não estava grávida. E que se eu estivesse seria uma gravidez ectópica, ou seja, fora do útero.

Não acreditando muito naquilo liguei, no outro dia pela manhã, para uma amiga em Campinas que me recomendou sua obstetra. Esta me atendeu gentilmente e me mandou ir para o hospital onde ela trabalhava e disse que estaria me esperando lá.

Chegando no hospital, fui correndo fazer ultra-sonografia e o médico disse que estava vendo o saco gestacional e que eu estava grávida mesmo. Fiquei muito feliz. Logo em seguida, no entanto, veio um balde de água fria quando o médico me disse que eu estava com baixa implantação e por isso estava com dores e que nada podia ser feito pela medicina q eu devia ir pra casa esperar o sangramento e voltar para o hospital quando isso acontecesse.

Fiquei desesperada e chorava sem parar. A médica (ginecologista) me esperava no consultório.
Contei pra ela o que havia acontecido e ela me ajudou muito, dizendo que iríamos “segurar” o neném, mas que eu precisava fazer repouso absoluto e me receitou alguns medicamentos.

Uma semana depois senti fortes dores. Meu marido estava em São Paulo. Foi quando então pedi à minha vizinha que me levasse até o hospital. Eu estava aos gritos no carro dela e falava que tinha perdido o neném pelas dores que estava sentindo. Cheguei no hospital e me colocaram no soro com uma medicação e a dor aliviou. Fui fazer novamente a ultra-sonografia. Minha sogra chegou no hospital e ficou esperando na porta. O médico que tinha feito dessa vez era outro mas ele tinha dado as mesmas notícias do primeiro, e disse que já havia feito vários ultra-sons com esse diagnóstico e que a gravidez não foi pra frente.

Saí da sala e vi minha sogra que foi logo perguntando como estava e o prognóstico. Eu respondi:
ACREDITA EM MILAGRES? Ela respondeu que sim.

Conversei com minha médica e ela disse que iríamos continuar com o repouso e as medicações. Após um mês fui fazer outra ultra-sonografia, dessa vez em uma clínica especializada. Fui com minha irmã. Estava muito nervosa na sala de espera. Quando fui chamada saí tremendo. Levei os exames antigos e mostrei ao médico que ia fazer a ultra-sonografia para entender o que estava acontecendo. Ele então começou o exame e me disse: “Seu saco gestacional está no lugar certo, está tudo ótimo. Não tem nada de baixa implantação. Daria até para escutar o coração, mas não é recomendável. Pode acreditar em mim: seu neném está ótimo! Quem te disse que você tinha problema?” Eu disse: doutor está nos exames!

Deus foi maravilhoso! Saí de lá correndo para dar a noticia para minha irmã. Eu dizia assim: Não tem nada! Não tem nada! Minha irmã, sem entender, disse: você não está grávida? Não, respondi. O saco gestacional está no lugar certo!!! Glória a Deus! Ficamos muito felizes, liguei para minha médica na mesma hora, ela me deu os parabéns e sai do repouso absoluto!

Tudo correu bem até o quinto mês de gestação. Foi quando fui fazer o exame morfológico do neném (outro ultra-som) e o médico constatou que minha placenta era prévia total e eu nem imaginava o que era isso. Liguei desesperada para minha médica. Ela disse que me veria em 30 dias e me explicaria para eu fazer repouso novamente. Ela não me deu muitas informações. Tentei falar com ela várias vezes mais não conseguia, parecendo que ela não estava se importando comigo.

Resolvi então procurar outro médico e passei por alguns. Mas não sentia confiança neles. Foi quando a bisa, avó do meu marido, resolveu ligar para um amigo que é medico e ele indicou um obstetra. Logo na primeira consulta, fiquei muito feliz com o médico, que tirou todas as minhas dúvidas, fez ultra-som ali mesmo e me explicou tudo em detalhes - como seria com a placenta prévia total, me explicou os riscos e o que poderia acontecer. Poderia perder meu útero se caso a placenta estivesse muito grudada nele, receber transfusão, etc.. . Ele deixou claro o que poderia acontecer mas disse que não iria acontecer. Fiquei meio nervosa, mas deixei nas mãos de DEUS. Ele disse que eu poderia ter um repouso mais brando mas no primeiro sinal de sangramento que teria que correr para o hospital pois com a placenta prévia total sempre acontece o sangramento.

Fiquei bem por um tempo. Não sentia nada. Até que uma noite, as 23:30 horas, estava conversando com minha irmã em casa e começamos a rir. Ríamos muito! Fui ao banheiro pois parecia que tinha feito "xixi" na roupa. Para a minha surpresa era um sangramento. Meu marido estava viajando à trabalho, fora do país. Ligamos para sua tia que veio correndo ficar com as crianças enquanto minha irmã me levava para o hospital.
Fiquei 5 dias internada. O sangramento não foi muito, mas o suficiente para me deixar anêmica.

Depois que fui para casa tive que fazer novamente o repouso absoluto. Minha irmã, que me ajudou muito ficando 30 dias comigo, teve que voltar para sua casa em outro estado pois as aulas do meu sobrinho iriam começar. Foi quando então veio minha mãe para ajudar. Não sei o que seria de mim sem elas. Meu marido chegou de viagem e minha mãe um dia depois dele.

Continuei o repouso e minha mãe e a tia do meu marido sempre ajudando.

A data do parto seria dia 17 de abril, mas o médico sempre dizia que seria antes, provavelmente no começo de abril. Mas isso tudo dependeria da placenta e se não houvesse sangramento. Por conta disso, tive que fazer um tratamento com injeções de cortisona para amadurecer o pulmão da minha filha para o caso dela nascer prematura.

Continuei com o repouso até o dia 16 de marco, quando comecei a me sentir mal. Minha pressão estava alta. Liguei para meu medico que pediu que eu fosse imediatamente para o hospital. Meu marido veio correndo de Sao Paulo e me levou ao hospital, onde minha pressão estava 16 por 10. Fui internada e passei a noite lá.

No dia seguinte inteiro tomava a medicação para abaixar a pressão sem resultado. Era dia 17 de Março, aniversario do meu filho Lucas que estava completando 4 anos. Estava com pré eclampsia. O médico resolveu então fazer a cesárea às 19 horas do mesmo dia 17 de março, aniversário do Lucas e dia de São Patrício. Meu marido não pode assistir o parto por ser considerado de risco. Pedi então à meu sogro que levasse um padre ao hospital pois queria receber a UNÇÃO dos ENFERMOS antes do parto. Graças ao bom DEUS o padre foi à tempo. Me confessei e recebi a unção.

O parto correu bem e minha filha nasceu linda, saudável e eu estava me sentindo bem e feliz por ela ter nascido no mesmo dia do irmão. Fui para o quarto e até amamentei a Giuliana várias vezes durante a noite, com a ajuda das enfermeiras sempre prestativas.

No dia seguinte a enfermeira me chamou para tomar um banho. Quando me levantei, comecei a andar tive uma hemorragia enorme. Foi horrível. Caíam placas de sangue no chão. Tomei o banho correndo pois o sangramento não parava e fui me deitar enquanto a enfermeira chamava o médico. Meu marido estava ao meu lado. O médico chegou correndo e disse para as enfermeiras me aprontar para uma nova cirurgia de emergência. Nem me dei conta e meu quarto enchia de gente, umas 5 ou 6 enfermeiras, todas correndo comigo e nervosas me preparando para a cirurgia. Eu perguntava o que estava acontecendo, mas ninguém respondia direito e só diziam que o médico já estava no centro cirúrgico me esperando.

Fui, mas confesso não lembrar de quase nada a não ser dessa correria das enfermeiras. Quando vi já estava no centro pós-operatório com a médica anestesista ao meu lado. Não entendia o que estava acontecendo. Isso tudo foi na manhã do dia 18. Foi somente lá pelas 11 horas da noite que fui para passar a noite na UTI. Sentia-me bem, mas ainda não entendia nada que tinha acontecido comigo. Parecia que estava apagada.

Foi quando às 5 horas da manhã do dia 19 e meu médico entrou no quarto da UTI correndo com sua equipe, muito nervoso e dizendo que precisava fazer outra cirurgia em mim. Eu não entendia mais nada. Foi quando perguntei ao medico: doutor eu vou morrer? Ele respondeu: não sei!!! Mas via em eu seu olhar o desespero e ele só dizia q não tinha tempo de explicar o que estava acontecendo. Comecei a chorar e pedi, por favor, que não me deixasse morrer, pois tenho 4 filhos pra criar e a minha nenenzinha que eu nem tinha visto direito! Pedi para ver meu marido, mas não podia. Estavam correndo contra o tempo e fui, novamente fui para outra cirurgia sem saber o que estava acontecendo. Naquela hora já não sabia o que iria acontecer comigo e estava com muito medo de morrer. Era a terceira cirurgia em menos de 36 horas.

Quando acordei da "cirurgia", estava num quarto da UTI e vi meu marido, meio embaçado, e não entendia onde estava. Aos poucos comecei a voltar e meu marido muito feliz ao meu lado. Ele me disse que estava acordando de um coma após 9 dias!!!

Todos do hospital - médicos, enfermeiros, copeiras - todo mundo vinha me ver e ficavam emocionados e choravam, mas eu não entendia muito ainda. Fiquei conhecida por todos do hospital, que me trataram com muito carinho. As enfermeiras vinham e falavam que tinham rezado muito por mim. Uma delas disse até que fez promessa de ir à APARECIDA se eu melhorasse. Vi, então, meu médico, que veio muito emocionado e disse para o Daniel, meu marido, ir aos poucos me explicando o que tinha acontecido, pois eu não lembraria devido aos medicamentos que havia tomado durante o coma.

Foi quando meu marido me contou. Na cirurgia que tive depois da cesárea, foi necessário retirar o útero que não retraiu e me deixou com hemorragia – eu, que já estava anêmica antes da cesárea. Cheguei a tomar 2 bolsas de sangue e fui passar a noite na UTI, pois "parecia estar tudo bem". Na terceira cirurgia, meu médico recebeu uma ligação do laboratório do hospital, de madrugada, dizendo que meu nível de hemácias estava em 4. Ou seja, eu estava morrendo aos poucos e nem percebia porque perdia muito sangue internamente. O nível normal de hemácias em uma pessoa sem anemia é 14. Por isso toda aquela correria, quando o medico me abriu encontrou 2 litros de sangue. Retiraram meus órgãos para fora para serem lavados, mas o sangue não parava. Ele vinha dos órgãos e de todo lugar. Davam-me sangue, mas o sangue não coagulava em mim. Estancaram um pedaço de uma artéria e colaram com uma fita cirúrgica que só é usada em casos de EXTREMA necessidade, de falecimento, mas nada de parar a hemorragia que estava generalizada. Retiraram também o colo do meu útero que ainda estava lá.

Quanto mais sangue eu recebia, mais saía. Meu corpo não aceitava mais outro sangue, não tinha coagulação. Recebi um total de 8 bolsas de sangue. Foi quando o anestesista lembrou de um “remédio” ou plasma chamado “fator7” (parecido com o que hemofílicos recebem) e que poderia me salvar, coagular o sangue. Era a última chance que tinha. Mas esse produto só existia, até então, em São Paulo. Na mesma hora ele ligou para o representante desde remédio. Ele atendeu, o médico explicou toda a situação e eu ainda em cirurgia. O representante estava em Buenos Aires, mas disse que ligaria para SP e mandaria um motoboy levar o remédio naquela hora, ainda de madrugada. O motoboy foi. Estava chovendo. São cerca de 100 Km entre a capital e Campinas. Ele chegou correndo pelos corredores do hospital. Veio correndo, na estrada, arriscando sofrer um acidente para me salvar trazendo o tal fator7!

Foi então que aplicaram na minha veia e o sangue começou a coagular normalmente conforme o tempo passava. GLÓRIAS A DEUS!

Entrei em coma induzida, pelo tanto de sangue perdido, tempo de cirurgia e meu estado. O médico chamou meu marido e explicou toda a situação. O que tive é conhecido como CIVD (Coagulação IntraVascular Disseminada). É um quadro gravíssimo e que abalou bastante os médicos e sua equipe. Disseram ao meu marido que não sabiam o quer iria acontecer, se eu voltaria do coma, e que ele fez tudo o que podia para me salvar agora era esperar.

Meu marido aguentou firme. Os médicos e enfermeiras, emocionados, vinham todos os dias me visitar na UTI. Meu marido também vinha todos os dias na hora da visita. Eu estava entubada, inchada, com sondas pelo corpo, usando fraldas e meu marido conversava e rezava o terço comigo todos os dias durante o horário de visitas. Meu sogro também vinha quase todo dia e trouxe um padre fazer orações. Pessoas de todos lugares ficaram sabendo do meu caso e rezavam por mim. Tive orações de todos lugares do BRASIL.

Depois de alguns dias no coma, para piorar, peguei uma infecção no pulmão. Minha família estava muito triste. Meus filhos tinham muitas saudades e perguntavam toda hora por mim. Não acreditavam no que estava acontecendo, comigo, uma pessoa alegre, feliz e com saúde. Que eu estava entre a vida e a morte, mas não perderam a FÉ e dobraram suas orações!

Meu marido estava em casa quando pela manha tocou o telefone e ele deu um pulo da cama, e disse que tinham ligado do hospital e que eu tinha voltado. Chamaram-no ao hospital às pressas pois eu estava dando trabalho, me debatendo. Ninguém conseguia me segurar e os remédios não estavam me acalmando. Ele foi correndo. Entrou no quarto da UTI e me viu ali, me mexendo.

VIVA! Estava de volta à VIDA, graças ao meu bom DEUS, meu Pai e à Jesus meu Salvador!

Depois que acordei do coma, ainda usava fraldas e não conseguia nem comer sozinha. Pedi tanto a DEUS para sair dali, para ver meus filhos, que em 3 dias apenas depois voltar do coma, estava já andando, com ajuda do meu marido, e comia sozinha. Fui para o semi-intensivo e lá fiquei somente 1 dia, para a GLÓRIA do meu DEUS!

E não termina aí o MILAGRE: saí do hospital sem sequela nenhuma! Os médicos não acreditavam. Sem nenhuma sequela. O CIVD que tive, pode afetar órgãos, mas não tive nada porque o meu medico foi DEUS! E o fator 7, remédio que eles disseram que me salvara, foi, na verdade, o FATOR DEUS!

Meu cardiologista, um tempo depois, sabendo da história me disse: Ronayna, você já se batizou novamente? Respondi: como assim doutor? Ele disse: Você nasceu de novo! Todos da UTI disseram que eu lutei muito para voltar, que venci, que sou uma guerreira, mas disse a eles que foi DEUS que me resgatou porque estive no vale das sombras da morte. Um padre em Piracicaba que tem o dom da cura disse que Jesus me resgatou!

Usei o tempo todo o escapulário de Nossa Senhora, mesmo na UTI (que foi tirado do meu pescoço alguns dias já no coma, mas ficou ao meu lado). Nossa Senhora estava comigo o tempo todo e sei que Ela intercedeu por mim. Pois Ela é mão e sabia que precisava voltar pelos meus filhos que me esperavam em casa.

Milagre, eu nunca imaginava que teria um MILAGRE em minha vida e hoje vejo o amor de DEUS por mim e sua MISERICÓRDIA!

Sou uma filha muito querida e agradecida, ABA, meu paizinho! Tudo por ELE e por Maria.

Hoje faz 3 meses que isso aconteceu comigo e os médicos, quando me vêem, não acreditam como estou ótima. Aliás, apenas 30 dias após sair do hospital já me sentia bem.

Cura completa! JESUS não faz meia obra! Sua obra é completa!

E a vocês que escutaram meu testemunho, NUNCA percam sua FÉ! JESUS está sempre presente em nossas vidas! Hoje eu só tenho que agradecer e louvar meu DEUS. Pode ter certeza: fui e sou um MILAGRE e todos falam a mesma coisa principalmente quem viu como estava na UTI e como estou agora!

Eternamente agradecida ao meu PAI por ter me resgatado e vou sempre testemunhar o meu MILAGRE!

Quero agradecer aos médicos e enfermeiras por todo carinho que tiveram por mim e a meu marido por estar sempre ao meu lado!

Ronayna, sou um MILAGRE!
(mãe de Rafael 9, Lucas 4, Maria Julia 3 anos e Giuliana 3 meses)


sexta-feira, 19 de junho de 2009

O Ano Sacerdotal

S. João Maria Vianney - Cura D'Ars


Hoje é um dia muito especial:

Na próxima solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, sexta-feira 19 de Junho de 2009 – dia dedicado tradicionalmente à oração pela santificação do clero – tenho em mente proclamar oficialmente um «Ano Sacerdotal» por ocasião do 150.º aniversário do «dies natalis» de João Maria Vianney, o Santo Patrono de todos os párocos do mundo
(Link para a carta na íntegra)

Afastando quaisquer coincidências, o Santo Papa concilia o início do ano litúrgico dedicado aos Padres com o Patrono dos sacerdotes e a grandiosa festa do Sagrado Coração de Jesus. E para não deixar nenhuma dúvida, Bento XVI une um grande Santo do passado com um grande Santo do presente.

S. Padre PioNeste Domingo, o Papa visita San Giovani Rotondo, em Puglia, Itália, onde está o tumba do incorrupto Santo Padre Pio. Nada mais justo que dois grandes exemplos de santidade sirvam como inspiração para este ano dedicado aos sacerdotes.

Rezemos juntos com o Papa e a Santa Igreja para todos os sacerdotes e para a vocação sacerdotal, seguindo os exemplos destes e de tantos Santos de hoje e ontem:

À Virgem Santíssima entrego este Ano Sacerdotal, pedindo-Lhe para suscitar no ânimo de cada presbítero um generoso relançamento daqueles ideais de total doação a Cristo e à Igreja que inspiraram o pensamento e a acção do Santo Cura d’Ars. Com a sua fervorosa vida de oração e o seu amor apaixonado a Jesus crucificado, João Maria Vianney alimentou a sua quotidiana doação sem reservas a Deus e à Igreja. Possa o seu exemplo suscitar nos sacerdotes aquele testemunho de unidade com o Bispo, entre eles próprios e com os leigos que é tão necessário hoje, como o foi sempre. Não obstante o mal que existe no mundo, ressoa sempre actual a palavra de Cristo aos seus apóstolos, no Cenáculo: «No mundo sofrereis tribulações. Mas tende confiança: Eu venci o mundo» (Jo 16, 33). A fé no divino Mestre dá-nos a força para olhar confiadamente o futuro. Amados sacerdotes, Cristo conta convosco. A exemplo do Santo Cura d’Ars, deixai-vos conquistar por Ele e sereis também vós, no mundo actual, mensageiros de esperança, de reconciliação, de paz.

Com a minha bênção.

E quando vir um padre esse ano, não esqueça de saudá-lo: Feliz Ano dos Padres!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Carta aberta ao Pe. Fábio de Melo

Parabéns ao Gustavo, do Blog Exsurge, pelo fantástico trabalho de defesa da Igreja.

Imperdível a leitura. Seguem alguns trechos..

Caso não saiba, algumas das suas declarações geraram grande indignação entre os católicos. Sobretudo nos blogs e sites católicos multiplicaram-se as críticas e manifestações de repúdio a algumas de suas posições expressas na citada entrevista. Sem dúvida, houve diversas respostas adequadas e enriquecedoras; contudo, parece que essas felizes colocações soçobraram ante uma avalanche de afirmações imprecisas, imprudentes e, em alguns casos, incorretas.

Uma das suas primeiras assertivas, que a mim causou muito espanto e preocupação, foi a de que “precisamos nos despir dessa arrogância de que nós somos proprietários da verdade suprema”. De fato, “donos” da verdade nós não somos. Mas nós a conhecemos! A Verdade é Cristo, e não há outra.
...

E como explicar que, ao falar da condição adâmica do homem, o senhor tenha adotado a interpretação modernista segundo a qual a historicidade das escrituras fica reduzida ao nível das histórias da carochinha?! Dizer que Adão é uma imagem simbólica, metafórica, “fabulesca”, não faz parte da Doutrina Católica! O fato de a linguagem empregada no livro de Gênesis ser recheada de simbolismo não elimina o fato de que os acontecimentos nele narrados tenham se dado no tempo e no espaço tal como foram escritos. A interpretação literal complementa e enriquece a hermenêutica que se pode fazer a partir dos símbolos. Não é assim que ensina a Igreja?
...
Em outro momento da entrevista o senhor afirmou que não “conseguia” celebrar a missa todos os dias? Não lhe parece estranho, e prejudicial, que a sua “agenda” não permita que o senhor celebre todos os dias a Eucaristia? Qual deve ser o centro da vida do sacerdote: o altar ou o palco? E quanto ao breviário? A sua “agenda” permite que o senhor o reze diariamente (considerando que não fazê-lo é pecado grave para o sacerdote)?


Não deixem de ler a carta em sua íntegra (link)

Pax et bonum,

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Caso Galileu - nas escolas


Outro dia, ao rever uma tarefa com meu filho numa apostila do COC que é usado no seu colégio, me deparei com as mais absurdos comentários sobre Galileu e a Igreja. Segue, a seguir, a (quase) íntegra da carta que enviei à escola:


"

...

Entendo que, dentre os desafios na árdua tarefa da Educação, a fonte e confiabillidade da informação nem sempre é idônea. Principalmente na época atual em que apesar da enormidade de informações disponíveis, nos deparamos com dualidades, parcialidades e muitas outras formas de imprecisões.

Como família Católica praticante que somos, sentimos de perto uma atitude constante de crítica à Santa Igreja, numa tendência neoliberal que muitas vezes é injusta e infundada e que estranhamente não ocorre, por exemplo, com outras religiões como o Judaísmo ou Islamismo.

É por esse prisma e pelo zelo da Verdade, justiça e comprometimento histórico que venho comentar uma enorme distorção encontrada no material do 4º Ano, que agora cito:

“Descobriu também que a Terra gira em torno do Sol.

A Igreja não aceitou essa descoberta, pois acreditava que o Sol girava em torno da Terra. Além disso, a Igreja pensava que a Terra era imóvel.

Nessa época, a Igreja ditava as regras a serem seguidas pela sociedade. Ao contrariar as regras da Igreja, Galileu foi condenado pela Inquisição e foi para o tribunal. Durante seu julgamento, ao ver que ia morrer queimado, negou suas descobertas.

Galileu morreu cego e perseguido pela Igreja. Só após 341 anos, em 1983, a Igreja, revendo o processo, absolveu Galileu de qualquer acusação."

(Sobre Galileu - Apostila #, página 157, Capítulo 3)

O trecho é tão repleto de inverdades que refutarei trecho a trecho, conforme abaixo:

1- Descobriu também que a Terra gira em torno do Sol.

Esse é um erro frequente que, como muitas outras pessoas, assim também eu aprendi no meu tempo de escola.

O sistema heliocêntrico já era contemplado por Aristarco (270 a.C.), mas não foi até Nicolau Copérnico (1473-1543 d.C.) que o sistema fora descrito por um modelo matemático – pelo menos 50 anos antes de Galileu.

Galileu, então, contribuiu ao processo e à controvérsia.

2 - A Igreja não aceitou essa descoberta, pois acreditava que o Sol girava em torno da Terra. Além disso, a Igreja pensava que a Terra era imóvel.

Três séculos e meio de uma publicidade distorcida e laicista fizeram nascer o mito de que Galileu foi um “mártir da ciência e da liberdade de pensamento e a Igreja a costumeira inimiga da liberdade e do progresso humano”. (2)(1)

Historicamente, o modelo Geocêntrico era o mais aceito até após a época de Galileu, não só pela comunidade religiosa (Igreja Católica e Protestante) como também pela comunidade científica, que reforçavam essa teoria pelo respaldo Bíblico e falta de evidências fatuais.

O que a Igreja de fato rejeitou, é que Galileu apresentasse sua teoria como certa e que baseasse sua justificativa na Sagrada Escritura, que em princípio estaria em contradição, e se envolvesse em assuntos teológicos.

De fato, a Igreja, mesmo que se pronunciasse no âmbito científico, nunca se pronunciou infalível nesta esfera, ao contrário dos preceitos de fé e moral.

Além disso, é comprovado que muitos dentro da Igreja apoiavam a teoria de Copérnico, que era padre e dedicou seu último trabalho (“Sobre as revoluções das esferas celestes” de 1543) ao Papa Paulo III. O sistema heliocênctrico foi utilizado para a reforma do calendário litúrgico. O Cardeal Casteli disse que Aristóteles tinha errado ao defender o geocentrismo. Os Cardeais Barberini e Caetani foram contra a declaração de herege a Galileu.

Barberini, já como Papa Urbano VIII, disse que a Igreja não havia condenado, nem estava para condenar o sistema heliocêntrico, apenas o classificara como “temerário”.

3 – Nessa época, a Igreja ditava as regras a serem seguidas pela sociedade.

Essa é uma afirmação sem base nem fundamento e com o único intuito de prejuticar a imagem da Igreja – que regras? que sociedade? Como já dito, a resistência ao sistema heliocêntrico era geral e não limitado à Santa Sé. E por mais que a Igreja, num período ou outro, tenha influenciado algum governo, em nenhum momento foi Ela seguida por toda a sociedade, muito menos com regras sociais ou científicas.

4 – Ao contrariar as regras da Igreja, Galileu foi condenado pela Inquisição e foi para o tribunal. Durante seu julgamento, ao ver que ia morrer queimado, negou suas descobertas.

As duas frases, por si só, não fazem sentido. Galileu não poderia ter sido condenado antes de ir para o tribunal ou de seu julgamento. Nem mesmo podia Galileu ter negado descobertas que ele não realizou.

Galileu participou de dois tribunais: o primeiro em 1616 onde prometeu obediência convencido pelo Cardeal Belarmino e os livros de Copérnico e Foscarini foram incluídos no Index (obras que, até então estavam livres).

Em 1633, no segundo tribunal, Galileu foi condenado por heresia inquisitorial ou disciplinar, e não teológica, pois, como já dito, desobedeceu a recomendação do Santo Ofício por diversas vezes. O Papa Urbano VIII (Cardeal Barberini) o protegeu de qualquer punição mais severa já que era seu amigo pessoal.

5 – Galileu morreu cego e perseguido pela Igreja.

Galileu foi condenado à prisão que foi cumprida, por ordem do Papa, na casa do embaixador de Florença e, em seguida, na residência de seu admirador o Arcebispo Piccolomini, por apenas 5 meses. Retornou a sua residência em menos de 6 meses de ter sido “encarcerado”.

Ficou cego em 1637 por não usar proteção nas suas observações solares; publica um livro de Física em 1638 (cujos estudos foram conduzidos no “cárcere”) e morre em 1642, de morte natural, com 78 anos, assistido por um sacerdote e com as bênçãos do Papa – como bom Católico que era.

”A idéia de que Galileu foi encarcerado e até mesmo torturado para que abjurasse de sua tese não foi mais que uma lenda transmitida por uma falsa iconografia”. (5)

6 – Só após 341 anos, em 1983, a Igreja, revendo o processo, absolveu Galileu de qualquer acusação

“Galileu já tinha sido reabilitado por Bento XIV em 1741, com a concessão do `Imprimatur` à primeira edição das obras completas de Galileu. Em 1757, as obras científicas favoráveis à teoria heliocêntrica foram retiradas do Index de livros proibidos. Em 1822, Pio VII determinou que o `Imprimatur` podia ser dado também aos estudos que apresentavam a teoria copernicana como tese. “(1)

Em 31 de outubro de 1992 João Paulo II reconheceu com uma declaração os enganos cometidos pelo tribunal eclesiástico que julgou os postulados científicos de Galileu Galilei. (4)

---

Espero ter ajudado a esclarecer tais confusões. Entendo que nem sempre é possível verificar todo o material disponível, principalmente por ser ele de proveniência de terceiros. Também não culpo aqui uma ou outra pessoa. Apenas mostro os fatos na esperança da História ser apresentada como ela é, e não como alguns gostariam que ela tivesse sido.

Atenciosamente,

...

BIBLIOGRAFIA

1 - Jorge Pimentel Cintra - `Galileu` . Ed. Quadrante, São Paulo, SP, 1987.

2 – Joaquim Blessmann - `O Caso Galileu`.

3 - Estêvão Bettencourt - `O caso Galileu Galilei`. Pergunte e Responderemos, Rio de Janeiro, RJ, Ano XXIV, n.º 267, março-abril 1983, p. 90-97.

4- http://www.acidigital.com/noticia.php?id=15812 (“Galileu e O Vaticano” derruba lenda negra sobre cientista e a Igreja”.)

5- http://www.acidigital.com/notic2003/agosto/notic334.htm (“A Igreja nunca perseguiu Galileu, revela autoridade vaticana”)